A vinícola Miguel Torres produz vinhos há mais de 300 anos na Espanha. Está presente em mais de uma centena de países e produz vinhos no Chile e Califórnia. É reconhecida também pelo seu esforço de produzir causando menor impacto ao meio ambiente.
A ABS-Rio promoveu uma degustação da recentemente lançada linha
Cordillera, elaborada nas vinhas chilenas da Miguel Torres. Apesar do nome dos vinhos sugerir se tratar de varietais, são todos cortes. O nome do vinho vem da uva predominante. A degustação foi conduzida por Marcos e Eduardo, da Devinum, que representa a Miguel Torres no Brasil.
Foram degustados cinco vinhos.
O único que não faz parte da nova linha foi o que abriu os trabalhos, o espumante
Pinot Noir brut, 12%, feito com 100% de uvas Pinot Noir, colhidas na segunda semana de fevereiro de 2008. Ficou sete meses em contato com as leveduras. Muito equilibrado e elegante, com bolhinhas finas e numerosas. Cor amarelo pálido e aromas de tostados, romã e cítricos. Preço de mercado R$ 84
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| Espumante Miguel Torres Pinot Noir |
O
Cordillera Chardonnay 2009 ,13,5%, iniciou a degustação da linha. Elaborado com 85% de Chardonnay e 15% de Viognier, apresenta muita fruta, mel, pêssegos, maracujá e uma acidez muito agradável. Um vinho com certa estrutura, bom para acompanhar pescados em geral. Bom nariz e longo na boca. Pra mim, o melhor da noite e até um preço amigável: R$ 57
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| Cordillera Chardonnay 2009 |
Já o
Cordillera Syrah 2007, 14% ,(assemblage de 56% Syrah, 29% Cabernet Sauvignon e 15% Viognier) fica pelo meio do caminho em matéria de personalidade. Não que seja mau, mas só que é muito parecido com uma série de vinhos facinhos de entender e beber. Nada contra. Encorpado, macio, muita fruta vermelha e especiarias. É bom, mas não dá pra largar o marido por isso. O preço tá bem alto para o que proporciona: R$ 73
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| Cordillera Syrah 2007 |
O
Cordillera Carmenére 2007 ,14%, já se mostrou mais decidido. Feito com uva 50% Carmenére, 35% Merlot e 15% Petit Verdot, esse vinho faz bonito. Cor rubi, mas já apresentando reflexos atijolados. Muitos aromas vegetais típicos da Carmenere, mas que vão se dissipando com o tempo, além de frutas negras e especiarias como cravo, louro, e aromas torrefação e caramelo. Acompanha bem carnes e pratos untuosos. Também por R$ 73
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| Cordillera Carmenere 2007 |
O
Cordillera Cariñena 2007, 14,5% elaborado com uvas de videiras velhas, com mais de 80 anos, era a maior expectativa da noite. Feito com 54% Carinena, 24% Merlot e 22% Syrah é um vinho que promete. Na noite, acredito não ter se mostrado na melhor forma. Nariz muito fechado no início, talvez precisasse decantar antes. Mas depois que deixei quietinho na taça por uns 15 minutos, ele começou a se abrir e mostrar aromas de frutas negras, florais e avelãs. Acredito que vai melhorar daqui a uns dois, três anos. Preço: R$ 73.
4 comentários:
Ai ai ai que vc não me chama mais.
Ro!!! Minha querida!! Quando tiver coisa na ABS, eu te aviso. Eu achei q vc sabia.
Beijocas
Tu não sabe que o povo lá me olha torto pq não fico quieta?
ahahah minha encrenqueira favorita!
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